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Gilberto Almazan
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Para pensar o futuro que queremos

Por Gilberto Almazan - Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região 24 maio 2022

Nos próximos dias todos nós vamos nos deparar com uma avalanche de informações e promessas. A nossa recomendação é que tenham cuidado com as Fakes News e procurem usufruir de fontes confiáveis. Isto porque precisamos pensar e nos preparar para o futuro que queremos, para o Brasil que precisamos.

O ponto de partida é a pauta da classe trabalhadora. As nossas reivindicações, aprovadas na Conclat, precisam caminhar. Elas têm importância para o conjunto dos brasileiros, não é para uma categoria ou outra. A redução da jornada para 40 horas semanais tem potencial para gerar cerca de 2 milhões de empregos, ou seja, contribuir com o círculo virtuoso de crescimento.

São para projetos como este que temos que valorizar e não aqueles que prometem emprego a base da perda de direito. Propostas como estas são tiro no pé. Um dos exemplos clássicos é a reforma trabalhista, aprovada em 2017 no governo Temer.

Estudo da USP, divulgado semana passada, confirma que a reforma trabalhista não criou empregos como prometido. E desmonta o argumento de Temer que na época estimava que, com a precarização dos direitos dos trabalhadores, o Brasil criaria entre 2 e 6 milhões de empregos. Hoje, o nosso país é marcado pelo desemprego, pelo aumento da informalidade, pela precarização dos direitos. Este não é o país que queremos. Para planejar e construir o futuro que queremos, esperamos por vocês neste sábado, 28, no Metalclube, a partir das 9h. Vamos juntos!

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #28