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Osasco discute a construção da agenda do trabalho decente

Por Auris Sousa | 06 maio 2015

Osasco deu mais um passo para criar a sua Agenda Municipal do Trabalho Decente proposta pela SDTI (Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão) da cidade. Na terça-feira, 5, a pasta organizou um seminário na Unifesp sobre trabalho decente que reuniu entidades, empresários e intelectuais da região.

O trabalho decente é entendido pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) como uma ocupação produtiva, adequadamente remunerada, exercida em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna.

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Para Paulo Sergio Muçouçah, coordenador de Trabalho Decente da OIT, Osasco tem um histórico que diz respeito a organização dos trabalhadores e não pode ficar ausente da agenda do trabalho decente.

“O momento é propicio, já que o emprego e o processo de desenvolvimento dão sinais de esgotamento, com a taxa de desemprego e tentativas de reduzir direitos.  [Isso porque] a agenda pode ter um papel importante para assegurar as conquistas dos trabalhadores e melhorar as condições de trabalho. Essa iniciativa é oportuna e a OIT se coloca à disposição para contribuir com a criação da agenda, e que ela saia do papel”, ressaltou Paulo Sergio.

A secretária do trabalho, Mônica Veloso, que também é secretária-geral licenciada do Sindicato, lembrou durante o seminário que este não é o primeiro encontro que Osasco realiza para tratar do trabalho decente. “No ano passado, discutimos este assunto num encontro que deu subsídios para iniciarmos a construção da agenda, que é uma soma de esforços em consonância com as propostas estratégicas de desenvolvimento do município de Osasco. E um desses eixos é o Trabalho Decente”, explicou Mônica.

O presidente do nosso Sindicato, Jorge Nazareno, disse que a agenda é fundamental para mostrarmos o que a gente quer de forma contundente e que ela possa servir de exemplo para os demais municípios da região. “Também é uma maneira de aproximar a população da discussão sobre o trabalho decente”, avaliou Jorge.

 

 

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #03