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Exame de toque retal é insubstituível, diz especialista

Por Auris Sousa | 21 jan 2015

Durante o segundo dia da Semana dos Aposentados 2015, que aconteceu na terça-feira, 20, na sede do Sindicato, o médico do Sindicato Paulo Mouram falou dos fatores de risco, da importância do diagnóstico precoce e dos sintomas do câncer de próstata. Para o diagnóstico da doença, o especialista ressaltou que “o exame do toque retal é insubstituível”.

Segundo Mouram, o exame de toque é ainda o mais eficaz. “Só o exame de sangue não é suficiente”, ressalta. Isso porque o exame de sangue avalia o PSA (Antígeno Prostático Específico), que se der elevado pode indicar câncer. No entanto, nem todos os homens que têm a doença apresentam o PSA elevado. Por isso que é importante fazer o toque retal da proposta.

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Quaisquer acanhamentos do paciente devem ser deixados de lado, porque a doença é séria. Mouram apontou que, após os 50 anos 5 a cada 10 homens terão câncer de próstata. Já após os 80 anos 9 a cada 10 homens terão a doença. “O mais importante é o paciente ter medidas de cautela e preventiva, que vão colaborar para uma vida mais longa e saudável”, reforçou.

Sintomas do câncer – Segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. A problemática é que, por ser uma doença silenciosa, nem sempre o homem apresenta sintomas da doença, o que dificulta o diagnóstico precoce.

Veja os principais sintomas que podem colaborar com a detecção do câncer de próstata:

– Hábito de levantar várias vezes à noite para urinar;

– Dificuldades na hora de urinar;

– Dor ao urinar;

– Fluxo menor da urina.

Disfunção Erétil – Durante a palestra os aposentados também receberam orientações sobre disfunção erétil, quando o homem não consegue manter uma ereção. Ela está relacionada a diversas doenças, saiba algumas:

– Distúrbios psicológicos

– Doenças hormonais (diabetes, queda de testosterona, problemas endócrinos)

– Doenças neurológicas (lesões na medula, mal de Alzheimer e Parkinson)

– Hipertensão arterial, aterosclerose)

– Alcoolismo e tabagismo.

“O sexo é para vida toda. Não existe limite de idade para o sexo, não deixem de ter uma vida sexual saudável. Procurem um médico e não tenham vergonha de tratar esse problema”, orientou Mouram.

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #03