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Paulinho pede licenciamento da Central

Por Auris Sousa | 08 maio 2012

A Executiva Nacional da Força Sindical comunica o licenciamento do presidente da Central, Paulo Pereira da Silva, Paulinho que será substituído por Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente do Central.

O deputado federal pedetista pediu o afastamento para dedicar-se à pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo. Paulinho continuará a exercer seu mandato como deputado federal, até o início da campanha eleitoral, e defendendo os direitos dos trabalhadores e também participando das negociações que envolvam o mundo do trabalho.

A direção da Força Sindical será exercida por Miguel Eduardo Torres, 53 anos, ativista sindical metalúrgico desde 1979. Atualmente, ele é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos).
Em sua trajetória, tomou a iniciativa de várias ações, visando melhores condições de vida e oportunidade para os trabalhadores metalúrgicos, e de outras categorias.

Em 1998, coordenou a Campanha de Arrecadação de Alimentos aos Irmãos Nordestinos (contra a fome); em 2000, foi um dos coordenadores da Marcha para Brasília pelo pagamento das perdas dos FGTS aos trabalhadores e aumento digno para o salário mínimo, importante fator de distribuição de renda no Brasil.

Em 2009, assumiu interinamente a presidência da Força Sindical, quando Paulinho licenciou-se para disputar a reeleição a deputado federal.

É um dos coordenadores das campanhas salariais que têm garantido, nos últimos anos, expressivos aumentos salariais e benefícios sociais para a categoria metalúrgica, com reflexos positivos nas conquistas de outras categorias do país.

Tem participado, junto ao governo federal, de discussões e encaminhamento de soluções para o problema das péssimas condições de trabalho e a violência nos canteiros das obras do PAC; em defesa da produção nacional e dos empregos, do novo regime automotivo, da qualificação profissional, de incentivos à tecnologia industrial.

Desenvolve, junto com a Força Sindical, o encaminhamento de várias ações, junto aos trabalhadores e ao Congresso Nacional, pelo fim do fator previdenciário; pela regulamentação da terceirização; pela isenção da PLR e abonos salariais do Imposto de Renda, entre outras reivindicações dos trabalhadores.

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