FIQUE SÓCIO!

Notícias
COMPARTILHAR

Metalúrgicos aprovam pauta da Campanha Salarial 2014

Por Auris Sousa | 08 set 2014

Os metalúrgicos de Osasco e região conheceram e aprovaram a pauta de reivindicação da Campanha Salarial de 2014, em assembleia realizada no Metalcamp, clube de campo em Cotia. Aprovada por unanimidade, a pauta tem 180 itens, os principais são: aumento real, redução da jornada 40 horas, fim das terceirizações, estabilidade para delegado sindical.

Durante o seminário, a diretoria reforçou a importância dos trabalhadores se unirem. “Vamos ter dificuldades nas negociações, porque a situação econômica não está fácil. Temos desafios pela frente, por isso temos que nos unir e buscar o aumento real”, enfatizou o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.

[wppa type=”slide” album=”186″][/wppa]

Jorge também ressaltou que “a economia é um todo, não é só um setor. Passamos por algumas dificuldades, mas as empresas estão mantendo a sua faixa de ganho”. Chamou os companheiros e companheiras para luta, e deu o recado: “Quem não luta, não conquista”.

De olho nos acidentes – O vice-presidente do Sindicato, Carlos Aparício Clemente, falou sobre o estudo que analisa os acidentes graves e fatais que aconteceram nos últimos quatro anos na base do Sindicato. Além disso, pediu para categoria aderir a campanha Conte pra Gente. “Somos bons para reivindicar PLR e aumento real, mas também temos que ser bons para cobrar mais segurança no local de trabalho e mais respeito para todos nós”, cobrou Clemente.

Plebiscito – Ao longo da assembleia, os trabalhadores também puderam opinar sobre a convocação de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político. E receberam informações sobre a ação, as quais foram passadas pela Cida Lopes, da coordenação do Comitê Regional do Plebiscito Popular pela Constituinte.

“Não basta só ir às ruas e dizer que o sistema [político] não está bom. Temos que nos organizar e reivindicar. A reforma é imprescindível, mas não podem ser feitas pelos parlamentares que estão aí e nem pode deixar de ser feita”, opinou Cida.

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #03