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Trabalhadores da Rossini Murta aprovam PLR

Por Auris Sousa | 13 ago 2025

Em assembleia, os trabalhadores e trabalhadoras da Rossini Murta aprovaram nesta terça-feira, 12, a proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) 2025, que será paga em duas parcelas: a primeira até 15 de setembro e a segunda em 15 de março, condicionada ao cumprimento das metas.

Para chegar ao valor final, foram necessárias três rodadas de negociação. “Rejeitamos duas propostas até chegar neste valor, que consideramos mais justo. Mas foi luta e agora vamos nos preparar para a do próximo ano ser melhor”, afirmou um dos membros da Comissão de PLR.

“A participação da Comissão foi essencial para o resultado que conquistamos. Agora, vamos reforçar a mobilização para avançarmos em outras pautas”, disse o diretor Everaldo dos Santos.

Membros da Comissão de PLR

Um companheiro avaliou a proposta como justa. “Atende os dois lados, trabalhadores e empresas, e é melhor que a do ano passado”. Já outro trabalhador considerou “ótima diante da situação que estamos vivendo”.

Durante a assembleia, os diretores também falaram sobre a Campanha Salarial 2025 e alertaram sobre a necessidade elegermos representantes da classe trabalhadora. “Temos que entender o lado que estamos. Nós somos classe trabalhadora e por isso temos que lutar porque o Congresso, mesmo sendo maioria de direita, vai começar a se mexer, se a gente pressionar”, enfatizou o diretor do Sindicato Carlos Eduardo (Garrafa).

Os diretores também criticaram o tarifaço imposto pelos EUA e reforçaram a importância da participação da categoria no Plebiscito Popular 2025. Na Rossini, diversos companheiros e companheiras fizeram questão de votar pelo fim da escala 6X1, pela redução da jornada de trabalho, sem a redução do salário, pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação dos super-ricos.

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Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #26