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Câmara conclui votação de projeto que altera legislação eleitoral

15 de julho de 2015

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu na terça-feira, 14, a votação das emendas do projeto de Lei que regulamenta pontos infraconstitucionais da reforma política. O texto agora segue para o Senado. Os deputados mantiveram a limitação para o gasto de campanhas eleitorais de candidatos à Presidência da República, governos estaduais, mas alteraram a regras para as eleições municipais.

Para prefeitos, foi aprovada por apenas 1 voto (194 votos a favor, 193 contra e 2 abstenções) uma emenda que limita a R$ 100 mil gastos de campanha para os cargos de prefeito e de vereador em cidades com até 10 mil eleitores.

O texto do relator Rodrigo Maia (DEM-RJ) estabelece o limite com gasto de campanhas eleitorais de candidatos à Presidência da República, governos estaduais a 70% do maior valor gasto na eleição anterior à entrada da lei em vigor, onde houve apenas um turno, e 50% do maior gasto para onde houve dois turnos.

A proposta contudo, causou divergências entre os deputados. Eles consideraram que o limite não contribuirá pra reduzir os custos de campanha. O texto diz que ele poderá ser ultrapassado, caso o limite de 70%, gasto na maior campanha na última eleição, for maior que os R$ 100 mil.

O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) criticou a emenda afirmando que ela iria perpetuar distorções que o debate da reforma política queria resolver. “Esses de gastos excessivos poderão ficar perpetuados, pois o poderá ser mantido o máximo de 70% da eleição anterior, então não há limite”.

O mesmo argumento foi usado pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) para quem a emenda representa um “falso teto” Não é teto nenhum, pois o céu vira o limite, a porta vai ficar aberta para a corrupção, pois se em municípios de 10 mil habitantes se assegura um falso teto que pode ser ampliado”, criticou.

O deputado Esperidião Amin (PP-SC), criticou também os limites para campanhas a presidente e governador, baseados na maior arrecadação. “O absurdo é muito maior do que aquilo que eu achava. É uma vergonha esta Casa aprovar isso”.

Além das mudanças nas eleições municipais, também foi aprovada uma emenda alterando a quantidade de candidatos que cada partido poderá registrar em cargos preenchidos pelo sistema proporcional (vereador e deputados).

O texto de Maia, determinava que os partidos apresentassem candidatos em número equivalente a até 110% das vagas de cada cargo. No caso de coligações, poderia ser apresentado um número de candidatos até 150% das vagas a concorrer. A proposta aprovada modificou para 150% o percentual que os partidos podem apresentar e reduziu para 100% para as coligações.

O projeto determina ainda que uma empresa pode contribuir com até 2% do faturamento bruto no ano anterior à eleição, sem poder exceder o limite de R$ 20 milhões, e limita o percentual repassado a um único partido a 25% do total doado.

O tempo de propaganda eleitoral em rádio e TV foi diminuído de 45 para 35 dias anteriores ao pleito. Uma emenda aprovada, restringe nas eleições majoritárias, a distribuição do tempo de propaganda eleitoral, na coligação partidária, ao tempo conseguido com as seis maiores bancadas dessa coligação. Nas eleições proporcionais, valerá a soma de todas as bancadas na Câmara dos Deputados. A emenda também aumenta de 10% para 25% o tempo da propaganda eleitoral no qual poderão aparecer apoiadores do candidato.

O projeto cria ainda uma cláusula de barreira para os candidatos a cargos majoritários e proporcionais participarem de debates televisivos, assegurando a presença daqueles cujos partidos tenham mais de nove representantes na Câmara dos Deputados. Também limita a participação de apoiadores nos programas eleitorais a 10% do tempo total da campanha.

Outra mudança, estabelece o registro impresso de voto na urna eletrônica. Além disso, a proposta ainda reserva, nas três eleições que se seguirem à aprovação da lei, um mínimo de 5% a 15% do montante do Fundo Partidário de cada partido para o financiamento de campanhas nas eleições proporcionais das mulheres candidatas.

Nesta quarta-feira (15), os deputados devem votar os destaques à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma política. O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a prioridade antes do recesso parlamentar é concluir todas as votações referentes ao tema.

Reforma Política: “Longe do consenso necessário”

18 de maio de 2015

Por Tereza Cruvinel

Sem acordo sobre os pontos centrais, a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara tentará votar amanhã, terça-feira, 19, o parecer do relator Marcelo de Castro (PMDB-PI). Mais uma vez, a ampliação do leque de propostas pode inviabilizar a aprovação de qualquer reforma.

O texto apresentado peca pela ambição e está longe de atender às propostas de reforma defendidas por movimentos populares, como a emenda apresentada por OAB, CNBB e outras entidades sociedade civil, calcada no financiamento público de campanhas e no sistema de eleição de deputados em lista fechada, com alternância de gênero.

A proposta de Castro, nestes dois quesitos, contempla o financiamento privado, com teto para os gastos de campanha. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, defende uma emenda pela qual só podem ser doadoras empresas que não tenham contratos com o Estado. Isso evitaria a criminalização de doações, como vem fazendo a Operação Lava Jato, que carimba como “propina disfarçada” as doações legais de empresas que têm contratos com a Petrobrás, quando os beneficiários são o PT, o PMDB e partidos governistas. Empresas como a UTC doaram em valores quase iguais para governistas e oposicionistas mas o carimbo, até agora, só foi aplicado aos primeiros.

Em relação ao sistema eleitoral, o próprio relator diz que não votará a favor do distritão, ou sistema majoritário, pelo qual cada estado será considerado um distrito e nele serão eleitos os candidatos mais votados, segundo o número de cadeiras de unidade unidade da federação. Ele adotou a proposta apenas para atender à pressão do PMDB. Este sistema pode aumentar a representatividade mas, como vem dizendo um de seus maiores críticos, o deputado Henrique Fontana (PT-RS) ele estimulará a eleição dos candidatos mais ricos e com campanhas mais estruturadas, suprimindo candidatos menos abonados. Os pequenos partidos também serão penalizados, lembra o senador Marcelo Crivella, para quem a proposta tem o objetivo claro de reduzir o número de partidos e concentrar o poder em três ou quatro. O PSDB prefere o distrital misto e o PT o sistema de listas fechadas. Então, será difícil um acordo no plenário, na terça-feira, 26, ainda que a comissão consiga aprovar o parecer.

Afora isso, o relator avançou incorporando temas como a unificação do calendário eleitoral e o mandato de cinco anos para cargos executivos, sem direito à reeleição, matérias que dificilmente conseguirão apoio no conjunto dos deputados.

E, até agora, não acolheu nem deve acolher nenhuma emenda destinada a corrigir a vergonhosa sub-representação das mulheres, que sendo maioria da população, ocupam menos de 10% das cadeiras na Câmara. [Fonte: Portal 247 / Link: http://www.brasil247.com/pt/247/poder/181309/Reforma-pol%C3%ADtica-%E2%80%9Clonge-do-consenso-necess%C3%A1rio%E2%80%9D.htm]

Mulheres: vozes sufocadas pela violência e boicote eleitoral

26 de setembro de 2014

Entre janeiro e junho deste ano, a Central de Atendimento à Mulher, o Li­gue 180, recebeu 265.351 notificações. Das denúncias, 30.625 foram de vio­lência, sendo a mais recorrente a física, com 15.541 casos. Ainda estão entre os principais relatos das vítimas a violên­cia psicológica (9.849 relatos); moral (3.055 relatos) e sexual (886 relatos). 

Os dados se tornam mais perversos e alarmantes quando 77,16% das mulhe­res em situação de violência revelam que sofrem agressões todos os dias ou semanalmente. 

Esse tratamento severo dado às mu­lheres também se repete no mercado de trabalho. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada pe­lo IBGE (Instituto Brasileiro de Geogra­fia e Estatística), aponta que no ano pas­sado as mulheres receberam, em média, 73,7% do salário dos homens. O rendi­mento médio deles foi de R$ 1.890 por mês, enquanto elas receberam R$ 1.392. 

Sem ver suas questões pautadas nas esferas do poder ou na mídia, o coleti­vo “Nós, mulheres da periferia” busca ser um canal de informação para todas aquelas que se sentem invisíveis dentro desse cenário.

“O que a gente tenta é ser um veículo que possa informar as mulheres sobre os direitos delas, por meio de serviço, políticas públicas e divulgar esses direi­tos que a gente tem, cobrar também a partir de denúncias de irregularidades. E também dar visibilidade para aque­las mulheres que estão atuando, mos­trar um pouco o que elas fazem, seja no poder público ou nos movimentos”, ex­plica Lívia Lima, uma das organizado­ras do coletivo.

O coletivo acabou se transformando em uma ferramenta de denúncia da vio­lência doméstica e do abuso sexual. São oito jornalistas e uma designer, todas moradoras de bairros da periferia da ci­dade de São Paulo, engajadas no com­bate às desigualdades de gênero. 

Marcha Mundial 

A opressão de gênero foi amplamente discutida no 9º Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, reali­zado no final de agosto de 2013. Durante uma semana de debates e oficinas, que reuniu 1,6 mil representantes de 48 paí­ses na capital paulista, o movimento fe­chou uma pauta unitária de luta. 

No documento final, as mulheres des­tacaram, entre outras defesas, o direito ao aborto legal, seguro e público, além de exigirem a aplicação plena da Lei Maria da Penha. 

Embora as lutas sociais tenham ga­nhado destaque, sobretudo nas redes so­ciais, o papel das organizações populares é muito limitado, e consiste basicamen­te em identificar violações, denunciá-las e pressionar órgãos públicos e governan­tes. Apelo que quase nunca é ouvido, tor­nando indispensável a participação das minorias nos espaços institucionais. 

Apesar de representarem 51,04% da população brasileira, menos de 9% dos parlamentares que ocupam o Congres­so Nacional são mulheres. Desequilí­brio que terá continuidade na próxi­ma legislatura, já que nas eleições des­te ano dos 25.919 candidatos, apenas 8.008 (30,90%) são mulheres. 

Sub-representatividade 

Recentemente, o Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) divulgou a publicação “Perfil dos Candidatos às Eleições 2014: sub-representação de negros, indígenas e mulheres: desa­fio à democracia”. O levantamento de­monstrou que a maior parte dos parti­dos apenas cumpre a definição legal de cotas mínimas de 30% para mulheres.

Desde 2009, com a sanção da Lei n° 12.034, tornou-se obrigatório que ca­da partido ou coligação preencha o mí­nimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. A assessora política do Inesc, Carmela Zigoni, explica as fragilidades do procedimento. 

“Nas eleições desse ano tem um gru­po de mulheres que se candidatou, es­tá concorrendo, mas elas têm 20 anos. Então, os partidos têm um recurso ale­gando que na posse elas vão ter 21 anos, mas você tem uma porcentagem de can­didaturas de mulheres que já está em risco de ser indeferido”, destaca. 

Entre as causas da sub-representati­vidade das minorias, Carmela chama a atenção para o financiamento privado de campanhas. Ela pontua o desequi­líbrio gerado por esse modelo em que grupos econômicos buscam apoiar can­didatos que depois defendam os seus interesses no Parlamento. 

“Tem uma parcela dessas candida­turas que não tem recursos financei­ros para fazer campanha, por isso que a gente quer discutir a reforma política. A maioria das candidatas é a que tem me­nos recursos, menos exposição da mí­dia. Então, não consegue chegar tam­bém ao eleitor”, observa. 

Dignidade no tratamento 

As mulheres que conseguem furar o bloqueio imposto pelos patrocinado­res de campanha enfrentam o desafio de ocupar um espaço que tem privilegiado a presença de homens, geralmente bran­cos e com maior poder aquisitivo. O re­lato é feito pela deputada federal Janete Pietá (PT), que vive situações de discri­minação por ser mulher e assumir a sua negritude. 

“Eu, no próprio Congresso, já sofri muita discriminação por ser negra. Lo­go no primeiro ano, em janeiro de 2007, uma ascensorista falou: ‘Não, a senhora não pode entrar nesse elevador porque aqui é só deputados’. Ela nem pergun­tou se eu era. A discriminação é gran­de, e também por eu usar essas tranci­nhas as pessoas me perguntam: ‘Você é deputada?’” .

Nestas eleições, segundo o relatório do Inesc, a proporção de mulheres brancas e negras que se candidatam é semelhante: 16,5% e 14,2%, respectivamente.

No entanto, o documento afirma que “ao que tudo indica, na hora do voto, a dupla discriminação opera – a de gênero e raça/cor – uma vez que se contam nos dedos as parlamentares mulheres negras presentes hoje no Parlamento.” 

A publicação ainda enfatiza que no ca­so das mulheres indígenas a situação é mais grave, pois o Congresso Nacional não conta com nenhuma representante desse grupo da população.

A deputada Janete considera que en­quanto não houver pluralidade de re­presentação no Poder Público, a demo­cracia será incompleta. Para mudar essa realidade, ela também defende a refor­ma do sistema político e a mudança da concepção machista que ainda persiste na sociedade. 

“Nós precisamos mudar a mentalidade de que mulher não pensa, de que mulher é incapaz, de que mulher é um ser de se­gunda categoria porque isso também in­fluencia. Então, mudar essa concepção machista. Lugar de mulher é na política e não na cozinha”, reitera. 

O depoimento de Janete revela como essa lógica se reproduz internamen­te dentro do seu próprio partido. “No PT, nós aprovamos no IV Congresso, que agora nós mulheres temos que es­tar 50% nos lugares de direção. Mas ve­jam só, eu sou PT, mas quando é que nós tivemos uma mulher do PT como presidenta nacional do partido? Nem em São Paulo nós tivemos alguma mu­lher como presidenta estadual do PT”, desabafa. 

Três mulheres no páreo 

A presença de representantes dos gru­pos mais oprimidos no Congresso Na­cional não significa necessariamente a garantia de avanços. Se as pautas espe­cíficas das mulheres estão ausentes nas campanhas eleitorais, certamente não estarão presentes nas ações governa­mentais. 

No entanto, Carmela salienta a impor­tância de ocupar esses espaços. “É obvio que a gente sabe que não necessariamen­te essas pessoas vão entrar lá com essas agendas específicas, mas se ver no espa­ço de poder é importante”, reflete. 

Beatriz Lourenço, integrante do Le­vante Popular da Juventude, acredita que as candidaturas fiéis às necessidades do povo e às demandas dos movimentos sociais ainda são possíveis.

“Isso significa que o candidato não é aquela figura que tem que estar distan­te da gente, que a gente tem que cultuar. O nosso candidato é o nosso camarada, o nosso companheiro”, ressalta.

Neste ano, a disputa das eleições para a Presidência da República conta com três candidatas mulheres. Se as projeções se confirmarem, no segundo turno teremos um embate entre a atual presidenta Dil­ma Rousseff (PT) e a candidata Marina Silva (PSB). Luciana Genro (Psol) tem 1% das intenções de votos, embora tenha um programa que reúne as principais bandeiras da esquerda brasileira.

Apesar de ser recente a participação fe­minina na política – somente em 1946 o voto foi ampliado a todas as mulheres e se tornou obrigatório – algumas delas têm quebrado paradigmas. 

Entre elas está Benedita da Silva que em 1982 tornou-se a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janei­ro e, mais tarde, do Senado Federal. Co­mo vice-governadora do estado carioca, assumiu em 2002 a chefia do Executivo, com a renúncia do então governador.

No ano de 1988, Luiza Erundina foi eleita prefeita da maior cidade da Amé­rica Latina, São Paulo, sendo a primeira mulher a assumir o cargo na capital pau­lista. No comando do país, Dilma Rou­sseff tornou-se a primeira mulher elei­ta presidenta em 121 anos de República. Em ambos os casos as candidatas foram lançadas pelo PT. [Fonte: Brasil de Fato] 

Sindicato consulta categoria sobre reforma política

27 de agosto de 2014

O Sindicato convida os trabalhadores para irem às urnas para expressarem a sua vontade política por meio do Plebiscito Popular. Para isso, entre os dias 1º e 6 de setembro, a entidade também participará da organização da consulta e a pergunta será: “Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana sobre o Sistema Político? Os interessados deverão apenas assinalar: sim ou não.

Na próxima semana trabalhadores e sociedade civil vai poder opinar sobre reforma política

Até o dia 5, as urnas estarão na sede e subsedes do Sindicato. Até o dia 7 também haverá urnas no Metalclube e Metalcamp. Isso mostra que o seminário da Campanha Salarial do dia 6 (sábado), que acontecerá no  Metalcamp, será uma ótima oportunidade para os companheiros e companheiras que queiram participar da consulta e expor a sua opinião na urna.

Como votar? Na hora de votar, os eleitores deverão apresentar qualquer documento oficial com foto, como RG, Carteira profissional e CNH.

A consulta não tem efeito de Lei, mas colabora para pressionar o Congresso a aprovar a Reforma Política.

Para a pergunta que seguirá para as urnas, a diretoria do Sindicato diz: “Nós dizemos sim, pela ampliação da democratização política. Dizemos sim para que os trabalhadores passem a ser de fato representados no Congresso. Dizemos sim para uma política que vai permitir a ampliação das conquistas trabalhistas”, ressalta o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.

Nacional - A consulta popular vai acontecer em todo o Brasil. A ideia é levar mais de 10 milhões de pessoas às urnas.

Claudio Magrão é reeleito com 100% dos votos na Federação dos Metalúrgicos SP

22 de novembro de 2013

As Eleições para o próximo mandato de quatro anos da diretoria da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do Estado de São Paulo transcorreu com a tranquilidade prevista e com uma massiva presença dos delegados votantes presentes.

Com Chapa Única, a Entidade que este ano comemorou 70 anos de existência, irá reconduziu à Presidência, Claudio Magrão de Camargo Cre, do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, com 100% de aprovação, ou seja, dos 54 sindicatos filiados e com dieito a voto, 52 estiveram presentes, não havendo nenhum voto em branco ou nulo.

Para trabalharem como mesários, a diretoria da Federação convidou e homenageou antigos dirigentes da Federação. Estiveram presentes, José Firmo (segundo na foto da esquerda para a direita), Argeu Egydio (ao lado direito de Firmo) e Sebastião Rossi (ao lado direito de Magrão na foto). Como escrutinador, a Federação ainda contou com a presença do Companheiro Edmilson Felipe Neri (ex-diretor de patrimônio e formação da Federação).

Nos últimos mandatos, Magrão e sua diretoria preocuparam-se em implantar uma política de Unidade entre os 54 sindicatos filiados à Entidade e de participação direta nas ações sindicais voltadas para a conquista de direitos aos trabalhadores com uma visão ampla de enxergá-los, sobretudo, como cidadão e cidadãs. Foi com esta prática de sindicalismo que a Federação conseguiu implantar programas de formação sindical para seus filiados que atendessem e assumissem temas voltados à Educação e Saúde Pública; Transporte e moradia; Formação Profissional e participação efetiva de representantes sindicais nos diversos Conselhos Municipais existentes, particularmente naqueles ligados ao mundo do trabalho.

Segundo o próprio Magrão, “Temos focado nossa atuação à frente da Federação no sentido de colocá-la como um instrumento de conquistas para a cidadania dos trabalhadores metalúrgicos do Estado de São Paulo e, neste sentido, acredito que avançamos bastante no exercício de um sindicalismo moderno e atuante em nossas bases”.

Ainda para o próximo mandato, Magrão ressalta: “Vamos manter nossas linhas de ação buscando fortalecer cada vez mais cada sindicato filiado e o seu trabalho em suas bases de representação. Isso se dará com a continuidade de uma política voltada para o reconhecimento dos trabalhadores metalúrgicos de todo Estado na representação de seus sindicatos. Para tanto, a diretoria da Federação conta com uma dinâmica permanente de formulação de propostas e ações formativas aos seus filiados preparando-os, cada vez mais, para o cotidiano sindical seja no chão das fábricas, seja nas esferas políticas. Nossas principais bandeiras de lutas são a organização dos trabalhadores e a unidade de nossos sindicatos na ação”, finaliza o presidente da Entidade. [Fonte: Federação]

Justiça cancela 1,3 milhão de títulos eleitorais por faltas injustificadas

15 de maio de 2013

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou na terça-feira, 14, o cancelamento de mais de 1,3 milhão de títulos. São de eleitores que não justificaram a ausência nas últimas três eleições. Segundo o TSE, apenas 10,27% dos eleitores faltosos procuraram regularizar a situação.

O prazo para justificar a ausência terminou no dia 25 de abril. Segundo o TSE, 1,5 milhão de eleitores estavam com a situação pendente e apenas 155,6 mil procuraram a Justiça Eleitoral.

O cancelamento do título pode impedir a retirada de passaporte ou carteira de identidade, o recebimento de salários de função ou emprego público e obtenção de certos tipos de empréstimos. Também complica a investidura e nomeação em cargo público e renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.

Quem perdeu o título deve procurar um cartório eleitoral para reativar o registro. O documento pode ter o mesmo número do cancelado. É necessário apresentar documento de identificação, comprovante de residência e preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral, além de pagar eventuais multas. [Foto: Nelson Jr/TSE]

Diretoria do Sindicato é eleita com 94,7% dos votos

9 de novembro de 2012

A Chapa 1 – Força Operária foi eleita com 94,7% dos votos. O resultado saiu na noite desta quinta-feira, 9, depois da apuração realizada no Metalclube.

Com isso, Jorge Nazareno, e outros 27 diretores foram confirmados pela categoria como dirigentes da entidade que representa 50 mil trabalhadores de 12 municípios da região Oeste da Grande São Paulo.

Compromissos – Entre os compromissos da gestão que se inicia em 2013 e vai até 2017, está a ampliação das conquistas na Campanha Salarial, os acordos de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados), a luta por saúde e segurança, a organização no local de trabalho, conquistar as 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário, entre outros.

A gestão já começa marcando o cinquentenário do Sindicato, em 2013, com a concretização do projeto Rumo aos Cinquenta, no qual estão incluídas iniciativas como a inauguração do Cedoc Sindmetal, que vai reunir materiais que contam a história dos metalúrgicos de Osasco e Região.

Gênero – Cinco dos novos diretores são mulheres, o que também demonstra o compromisso da entidade com as políticas de gênero e é expressão de um fato: o crescimento do número de mulheres na indústria metalúrgica da região. “Com certeza, vão fazer a diferença na organização dos trabalhadores na região”, avaliou a secretária-geral do Sindicato, Mônica Veloso.

Diretoria dos Metalúrgicos de Osasco e região é eleita com 94,7% dos votos

9 de novembro de 2012

A Chapa 1 – Chapa Força Operária foi eleita com 94,7% dos votos para dirigir os Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. A apuração aconteceu na noite desta quinta-feira, 8, no Metalclube (clube de lazer da categoria), em Osasco, São Paulo.

Foram dois dias de eleições (7 e 8 de novembro), nas quais metalúrgicos associados ao Sindicato puderam votar na Chapa encabeçada pelo atual presidente, Jorge Nazareno. A nova diretoria é composta por 28 metalúrgicos, dentre os quais cinco são mulheres.

Com isso, os metalúrgicos confirmaram seu interesse em que a diretoria dê continuidade aos projetos em andamento e esteja à frente do Sindicato para organizar a categoria em relação a lutas nas fábricas e de interesse dos trabalhadores de todo o país, como ampliar as conquistas na Campanha Salarial, os acordos de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados), a luta por saúde e segurança, conquistar as 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário. “Vamos fortalecer e avançar nas ações nas fábricas, na cidade e na região por direitos e desenvolvimento regional e nacional”, afirmou o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.

A apuração foi acompanhada pelos presidentes da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força), da CNTM (Confederação Nacional dos Metalúrgicos de Osasco e Região), Miguel Torres, e da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, Claudio Magrão, que enfatizaram a importância do Sindicato para a região e no cenário nacional. “Osasco é um dos sindicatos mais importantes do Brasil, que liderou a luta contra a ditadura e que está nas mais importantes lutas de hoje”, afirmou Paulinho.

Dados – O Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região representa 50 mil metalúrgicos, que trabalham em empresas situadas em 12 municípios da região Oeste da Grande São Paulo. Outras informações no www.sindmetal.org.br.

 

Nova diretoria do Sindicato será definida nesta quinta

8 de novembro de 2012

A apuração dos votos que definem a nova diretoria do Sindicato acontecerá nesta quinta-feira, 8, no Metalclube. Desde quarta-feira, 7, centenas de metalúrgicos se dirigem até as urnas para participar do pleito.

Foi o que fez nesta manhã alguns companheiros da Cinpal, de Taboão da Serra. “Participar da eleição é importante para garantirmos a continuidade do trabalho do Sindicato nos próximos anos”, avaliou um trabalhador.

Para outro companheiro, o pleito colabora para a categoria mostrar a avaliação que tem da entidade. “Votar é bom para fortalecermos a categoria e para mostrarmos que estamos satisfeitos com o trabalho do Sindicato”.

Graças às urnas itinerantes, que passaram por diversas metalúrgicas da região, mais trabalhadores da base do Sindico puderam participar da votação. Entre eles, os companheiros da Meritor, São Raphael e Ficosa.

Chapa 1 – Neste ano, as eleições contaram com uma chapa inscrita, fato que mostra a confiança que os metalúrgicos da região. Encabeçada, pelo atual presidente do Sindicato, Jorge Nazareno, a nova diretoria conta com mais 27 membros e tem o compromisso de lutar ainda mais pelos direitos da categoria.

 

 

Metalúrgicos vão às urnas para eleger diretoria do Sindicato

7 de novembro de 2012

Começou na manhã desta quarta-feira, 7, o processo eleitoral para definição da diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. Por diversas fábricas espalhadas nos 12 municípios da base territorial da entidade, urnas circulam para garantir que todos os sócios com direito a voto possam participar.

Está inscrita no processo a Chapa 1 – Chapa Operária, encabeçada pelo atual presidente, Jorge Nazareno, e composta por outros 27 trabalhadores.

Entre os metalúrgicos que comparecem às urnas é comum o reconhecimento ao trabalho realizado pelo Sindicato. “O Sindicato está lutando por nossos direitos e é importante o trabalhador participar e acompanhar [as atividades]”, avalia um companheiro da Wap Metal.

Para o aposentado Valdivino Alves de Almeida, sócio há mais de 40 anos, “essa gestão foi uma das que mais lutaram por melhorias. Trouxeram várias coisas, como o convênio médico [com descontos para sócios]”.

O voto na eleição também é um incentivo ao trabalho da diretoria. “A gente tem que afirmar a opinião da gente. Temos que participar e incentivar a chapa a trabalhar por nossos direitos”, afirma uma companheira da Delphi.

Votação  - A votação acontece até esta quinta-feira, 8. Podem votar sócios do Sindicato há no mínimo seis meses, em dia com suas obrigações financeiras, com idade a partir de 18 anos. Sócios afastados do trabalho por doença ocupacional e acidente de trabalho e aposentados também podem participar.

Há urnas fixas, na sede e nas subsedes do Sindicato, e também itinerantes, nas empresas com mais de 30 sócios.

Veja na galeria de foto:

 

Metalúrgicos de Osasco e região definem diretoria nesta semana

6 de novembro de 2012

Nesta quarta,7, e quinta-feira, 8, acontecem em toda a base do Sindicato eleições que vão definir a nova diretoria do Sindicato. Neste pleito, uma única chapa, encabeçada pelo atual presidente do Sindicato, Jorge Nazareno, estará nas urnas. Ela é formada por mais 27 membros, dos quais cinco são mulheres.

VOTAÇÃO - Os metalúrgicos contarão com urnas fixas na sede e subsedes do Sindicato e itinerante nas fábricas que têm mais de 30 sócios em condições de voto. Para votar, é necessário ser sócio da entidade há pelo menos seis meses ininterruptos, estar com obrigações financeiras em ordem ao menos por 30 dias antes da eleição e ter no mínimo 16 anos.

Sócios afastados por doenças ocupacionais e aposentados também podem participar da votação. Exerça o seu direito de voto e contribua com um Sindicato ainda mais forte.

 

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