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Mulheres ainda recebem menos que os homens, diz relatório do MTE

Por Sabryne Almeida | 28 abr 2026

© Victor Caiano/Divulgação

Nesta segunda-feira, 27, o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou o 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. O levantamento aponta o aumento da participação feminina no mercado de trabalho, mas evidencia que a desigualdade salarial entre homens e mulheres ainda persiste no país.

Segundo os dados, houve crescimento de 11% no número de empregos ocupados por mulheres, com destaque para pretas e pardas. Apesar disso, elas recebem, em média, 21,3% a menos que os homens em empresas privadas com pelo menos 100 empregados.

No Sindicato, a luta por igualdade salarial é permanente. A entidade acompanha denúncias, orienta trabalhadoras e trabalhadores e cobra das empresas transparência nos critérios de remuneração, valorização profissional e respeito aos direitos garantidos em lei e nas Convenções Coletivas.

O presidente Gilberto Almazan (Ratinho) reforça que a desigualdade salarial precisa ser combatida com firmeza. “Não é aceitável que, em pleno 2026, mulheres ainda recebam menos para exercer a mesma função. Nosso Sindicato está atento e seguirá cobrando respeito, valorização e igualdade de oportunidades dentro das empresas”, afirma.

Ratinho também destaca a importância da participação da categoria no enfrentamento ao problema. “Se a trabalhadora perceber diferença salarial injusta, desvio de função ou qualquer tipo de discriminação, precisa procurar o Sindicato. A denúncia é fundamental para que possamos agir e defender seus direitos”, completa.

Apesar dos avanços apontados no relatório, a igualdade salarial ainda está longe do ideal. Por isso, seguimos mobilizando os trabalhadores de Osasco e região para garantir que direitos sejam respeitados e que nenhuma trabalhadora receba menos pelo simples fato de ser mulher.

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #07