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Assembleia na Federação aprova calendário e luta unificada da Campanha Salarial

Por Auris Sousa | 27 ago 2025

Os 54 sindicatos filiados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo aprovaram nesta terça-feira, 26, a unificação da pauta e da luta para a Campanha Salarial 2025. Na região, a organização da categoria e construção das reivindicações já começaram.

Com a aprovação na assembleia, foi reafirmado o papel da Federação em representar as entidades nas negociações com os grupos patronais. “Estamos preparados para discutir e fechar a nossa Campanha Salarial com chave de ouro, essa é nossa expectativa. Para que isso ocorra, temos que ter mobilização”, destacou o presidente da Federação, Eliseu Costa.

Os dirigentes foram unânimes em apontar que o cenário atual é favorável. “A inflação medida pelo INPC em patamar mais baixo cria condições positivas para as negociações”, destacou o presidente do Sindicato, Gilberto Almazan (Ratinho), que faz parte da Comissão de Negociação. 

No entanto, a mobilização precisa ser reforçada, porque, “vamos enfrentar dificuldades para conquistarmos o aumento real. Por isso teremos que intensificar a mobilização”, disse Claudio Magrão, vice-presidente do Sindicato e secretário-geral da Federação.

Prova disso é a Campanha dos metalúrgicos da CUT. Até o momento, eles seguem sem proposta patronal, e a data-base é em setembro.

 

Mobilização é intensificada na região

O Sindicato tem reforçado a unidade dos metalúrgicos de Osasco e região e já iniciou os seminários da Campanha Salarial. Dois deles já aconteceram no sábado, 23, e reuniu os companheiros e companheiras que trabalham nas regiões de Alpaville, Barueri e Cotia. No próximo sábado, 30, será a vez dos que trabalham nas regiões de Osasco e Taboão da Serra.

Além de fortalecer a unidade da categoria, os seminários compartilham informações importantes que podem nortear as negociações e a mobilização por uma Campanha vitoriosa.

Tarifaço – Rodolfo Viana, do Dieese, afirmou que o “tarifaço” imposto pelo presidente dos Estados Unidos não será barreira para a Campanha. “Não é um fator que vai travar a Campanha Salarial. Isto porque vai afetar uma empresa ou outro e não o setor todo”, explicou ele que destacou: “Compramos mais dos Estados Unidos do que exportamos”.

Neste sentido, a Comissão não vai aceitar o tarifaço como justificativa para choradeira patronal na mesa de negociação. “Rodolfo nos dá subsídios para começar já as conversas com o patronal, o quadro não está tão feio como estavam pintando. Agora, temos clareza”, observou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Com a assembleia na Federação, a categoria avança na preparação da Campanha. Colabore você também, fique atento aos chamados do Sindicato e participe do seminário deste sábado, 30.

Neste sentido, a Comissão não vai aceitar o tarifaço como justificativa para choradeira patronal na mesa de negociação. “Rodolfo nos dá subsídios para começar já as conversas com o patronal, o quadro não está tão feio como estavam pintando. Agora, temos clareza”, observou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Com a assembleia na Federação, a categoria avança na preparação da Campanha. Colabore você também, fique atento aos chamados do Sindicato e participe do seminário deste sábado, 30.

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