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Cipeiro de campo: cada lugar, um risco diferente

Por Auris Sousa | 08 set 2026

O companheiro Antônio Neto encerrou o seu segundo mandato como membro da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédios) da Stahl Serv. Foi sua atuação como técnico de campo que o motivou a se tornar cipeiro. Nessa função, segundo ele, é necessário desenvolver uma percepção constante dos riscos, já que, mesmo a atividade sendo a mesma, cada local de trabalho apresenta características e riscos diferentes.

“Em alguns locais, a temperatura é mais elevada; em outros, temos espaços confinados. São particularidades que exigem atenção [especifica]”, resume. Para Antônio, essa percepção dos riscos precisa estar acompanhada de conhecimento e informação.

Para ele, “ser cipeiro é, antes de tudo, ser um prevencionista”, mas também um intermediador. “A gente intermedia as situações que precisam ser melhoradas e procura conversar e negociar para que o nosso dia a dia se torne mais seguro”, afirma.

Desafios e Avanços

 Entre os desafios enfrentados no dia a dia, o companheiro destaca a locomoção dos trabalhadores. “Estamos expostos também a acidentes no trânsito. Por isso sempre precisamos reforçar as orientações sobre velocidade e comportamento seguro no trânsito”, conta ele, que considera, nestes casos, o carro como uma ferramenta de trabalho.

Um dos avanços que Antônio destaca em sua gestão na CIPA foi a realização da última SIPAT realizada na empresa, quando envolveu diferentes órgãos que esclareceu regras, leis e abriu o leque de conhecimento.

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