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NOSSA MISSÃO: Organizar e defender os trabalhadores respeitando os direitos de cidadania e a diversidade como os princípios para a construção de uma sociedade justa

“Assédio moral é um terrorismo psicológico”, diz Margarida Barreto

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Ao alertar sobre as consequências das jornadas de trabalho excessivas e da pressão por produtividade, a médica do trabalho Margarida Barreto falou sobre as complexidades do mundo contemporâneo e como a situação financeira está aliada aos prejuízos que recaem sobre a sociedade: o assédio moral, interpretado pela especialista como um “um terrorismo psicológico”. O alerta aconteceu na quinta-feira, 18, durante 36º Ciclo de Debates, que aconteceu na subsede de Taboão da Serra.

Por meio de exemplos reais, a especialista mostrou que de forma sútil muitas empresas instalam o individualismo, ao exigir do trabalhador um novo perfil: autônomo, flexível, competitivo, criativo e qualificado. “Somos feitos de amizades, a nossa essência é de afeto”, ressaltou.

Só que essa necessidade de aproximação é colocada em xeque quando as empresas, criam “enganação disfarçadas de solução”. Com um discurso sedutor, criam ações que distanciam cada vez mais as pessoas. “É no trabalho que você vive grande parte do seu dia e ali a composição ética entre os corpos daqueles que vivem do trabalho, depende direta ou indiretamente das ideias criativas, da autonomia, do saber-fazer, do reconhecimento daquilo que faz, do respeito mútuo”, pontuou Margarida.

Ela explicou que esses aspectos sustentam os afetos de solidariedade, permitindo bons encontros no coletivo. “Quando esse ambiente é flexibilizado e precarizado, dominado por pressões e humilhações, exigências de metas e violações constantes, o que resta? Um homem fragmentado, dividido. As ações limitam a comunicação do trabalhador com o coletivo”.

A sobrecarga de trabalho, humilhação constante, apelidos, e até mesmo dinâmicas exageradas podem ser indícios de assédio moral. A pratica pode estar ligada aos fatores organizacionais, estratégias de gerenciamento. “Independente do caso, a empresa é responsável ou corresponsável”, alertou Margarida.

Assédio moral anda do lado da depressão – Uma das consequências do assédio moral é a depressão. “Quando a aceleração é continuada leva a depressão. Aceleração é traduzida em metas [a cumprir], produtividade, e resposta veloz. O trabalhador passa a ter estresse, desanimo, falta de prazer e sentido no trabalho”, detalhou Margarida.

Se não tratada a tempo, à vítima de assédio moral pode cometer até suicídio. A prática é brutal, por isso deve ser combatida e denunciada. “A emissão da CAT é essencial, e serve como uma prova, e o trabalhador tem direito de exigi-la, porque foi humilhado e está com depressão, e não é porque foi fraco, mas sim porque foi vítima de assédio moral”, advertiu Margarida.

“A luta deve ser conjunta para eliminar o assédio moral, e qualquer outro problema no local de trabalho. Temos que dar visibilidade para este problema, escutar e compreender melhor o mundo do trabalho de hoje que na aparência parece ser maravilho, mas em que as relações de trabalho são as piores”, enfatizou Margarida.

Processo de fiscalização – Como gancho Fernanda Giannasi orientou os trabalhadores a não se sujeitarem a situações de humilhação. “ Não fechem os olhos com o que acontece com o seu colega de trabalho. Será que somos solidários ou nos omitimos? Quando a gente se omite somos cúmplices. Por isso que a luta deve ser coletiva”.

Com anos de atuação como auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Fernanda logo manda: “O Ministério não está preparado para fiscalizar assédio moral”. Mas essa não foi a única crítica que ela fez ao órgão, entre as demais estão:

- Estrutura propicia o balcão de negócios e negociatas;

- Tem quadros despreparados técnica e politicamente;

- Falta transparência nas ações;

- Lentidão;

- Privilegiada a produção quantitativa e não qualitativa;

- Ações em SST praticamente desapareceram na atual administração;

- Dialogar mal com a sociedade e se relaciona mal com outras entidades e atores sociais, imprensa

- Negociado sobrepondo-se ao legislado;

Além disso, apresentou a falta de segurança que sofrem os auditores fiscais e a falta de transparência nas ações do órgão. “Não chama o Sindicato para acompanhar as fiscalizações, o Ministério não passa as informações. Não tem sentido dizer que o sindicato atrapalha as investigações”, avaliou.

Para ir contra o descaso com as fiscalizações, Fernanda defende que “temos que empoderar nossas ações. Até a internet serve para mobilização. Vamos ter de ser revolucionários para mudar estas ações e tratar o assunto com mais seriedade”,

O que mudar: Segundo Fernanda, urgentemente a política da Sefitque está sucateando a área de SST para o favorecimento de interesses pessoais e dos políticos de plantão e interesses de lobbies e não do estado brasileiro.

Ela também defende que as ações devem ser pensadas regionalmente junto com parceiros sociais, que devem ser ampliados e consultados e função do desenvolvimento regional. Assim como mudança na estrutura da Gifa, motivar os auditores fiscais e descentralizar urgente do DSST e da Sefit, transformando-os em órgão e assessoria ao ministro e meros facilitadores e ações.

 

Ciclo de Debates: Taboão discute assédio moral e fiscalização

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A subsede de Taboão da Serra será a primeira a receber o 36º Ciclo de Debates, nesta quinta-feira, 18, a partir das 18h. Em discussão: como identificar e prevenir o assédio moral, e qual fiscalização temos direito.

Margarida Barreto, especialista em Medicina do Trabalho e responsável pelo blog especializado no tema, vai tratar sobre assédio moral e as formas de se defender do agressor e também perante a Justiça.

De acordo com o TRT-2ª Região, em 2012 foram abertas 4.034 ações envolvendo assédio moral na região de Osasco entre diversas categorias. Por isso a importância de discutir assédio moral, identificado por práticas repetitivas de humilhação adotadas por um chefe ou entre companheiros de trabalho.

Os trabalhadores também vão poder tirar dúvidas sobre fiscalização, seus atrasos, e dilemas, com a palestrante Fernanda Giannasi.

Hepatite – Na data, o Sindicato também vai iniciar uma campanha contra  a hepatite, e convidar os metalúrgicos a realizarem o teste no dia 17 de julho, na sede do Sindicato, durante último encontro do Ciclo de Debates.

Inscrição - Para participar, inscreva-se até está terça-feira, 16, pelo telefone (11) 4137-5151 ou 3651-7200 (ramal 7223), ou ainda pelo e-mail celia.assessoria.org.br.

Ao todo, serão quatro encontros. Na próxima semana, o debate acontece na subsede de Cotia. Fique de olhos as inscrições:

Metalúrgicos de Carapicuíba, Osasco e Embu têm seminário neste sábado

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Os companheiros de Carapicuíba, da zona Sul de Osasco e Embu das Artes discutem as estratégias de mobilização da Campanha Salarial, nos seminários que acontecem na sede e nas subsedes de Taboão e Barueri, neste sábado, 11, a partir das 9h.

Em Barueri, participam os trabalhadores de empresas situadas em Carapicuíba. Em Taboão, os companheiros de empresas de Embu. Na sede, se reúnem os trabalhadores da zona Sul de Osasco. Os encontros semanais com os trabalhadores começaram em agosto. Inicialmente, os companheiros e companheiras, contribuíram com a construção da pauta, que foi entregue aos sindicatos patronais em setembro.

Desde 20 de setembro, os trabalhadores se reúnem para decidir o andamento das mobilizações que acontecem nas portas das empresas. Os encontros acontecem segundo a organizacional regional do Sindicato. No último sábado, 4, foi a vez dos trabalhadores de Itapevi e de Taboão da Serra, indicarem os caminhos para a luta. “É muito legal ter essa oportunidade de ter o suporte do Sindicato e também de conhecer nossos direitos”, avalia uma companheira de Itapevi.

É também uma forma de fortalecer o companheirismo entre a categoria. “A gente se relaciona com outros companheiras de outras empresas e conhece a realidade delas”, afirma uma trabalhadora de Taboão da Serra.

Para o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno, construir a mobilização dessa maneira é a unica saída para enfrentar a negociação desta Campanha Salarial. “As nossas conquistas vão depender da nossa mobilização, da nossa disposição de luta”, afirmou. Jorge ainda enfatizou que essa mobilização vai se intensificar e a categoria também apoia a luta dos companheiros metalúrgicos do ABC, Vale do Paraíba e Campinas, que já fazem negociação por empresas e prepara greve a partir desta quarta-feira, 8, em busca do reajuste com aumento real.

Para participar dos seminários do próximo sábado, basta se inscrever, até quinta-feira, 9, na sede (11) 3651-7200 ou nas subsedes (11) 4137-5151 (Taboão) ou (11) 4706-1443 (Barueri).

Sábado tem seminários em Barueri e Taboão

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Chegou a hora dos companheiros de Itapevi e Taboão da Serra somarem forças nos seminários da segunda fase para fortalecer a Campanha Salarial 2014. Para isso o Sindicato convoca todos os trabalhadores para participarem dos seminário, que acontece no próximo sábado, 4, na subsede de Barueri e Taboão, a partir das 9h.

Para os metalúrgicos dessas regiões, a mobilização já começou nesta terça-feira, 30, com o mutirão de assembleias. É por meio de ações como estas que a categoria tem oportunidade de pressionar os patrões para que eles aprovem a pauta de reivindicação, que tem mais de 150 itens. Entre eles: aumento real, estabilidade para delegado sindical, 40 horas semanais, fim do fator previdenciário, entre outras cláusulas sociais e econômicas.

Mesa de negociação – Começaram na segunda, 29, as primeiras rodadas de negociações da Campanha Salarial com o Grupo 10, Sindipeças. Na mesa, os dirigentes sindicais, entre eles o nosso presidente Jorge Nazareno, deixaram claro que a categoria não vai desistir do aumento real. Nesta terça, também teve reunião com o setor de Fundição.

“Estamos trabalhando a mobilização. Os trabalhadores estão preparados. Se não houver avanços nas negociações, estamos preparados inclusive para greve”, avisa Nazareno.

 

Mobilização chega a metalúrgicas de Itapevi e Taboão nesta 3ª feira

Os metalúrgicos de Taboão da Serra e de Itapevi amanhecem mobilizados nesta terça-feira, 30, para pressionar as negociações com os grupos patronais. As manifestações acontecem em fábricas como Cinpal, Miralux, Spaal, MKS, Forjafix, AEPI, entre outras. 

Essa é a terceira semana de manifestações da categoria, que tem data-base em 1º de novembro e participa da Campanha Salarial unificada, organizada pela Federação dos Metalúrgicos da Força Sindical. Só na região de Osasco até a semana passada já eram cerca de 16 mil mobilizados. 

Além das assembleias, todos os sábados, os trabalhadores se reúnem no Sindicato. “Estamos trabalhando a mobilização. Os trabalhadores estão preparados. Se não houver avanços nas negociações, estamos preparados inclusive para greve”, avisa o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno. 

A categoria reivindica aumento real e ampliação de direitos, incluindo valorização do piso salarial, estabilidade para delegados sindicais, fim das terceirizações, redução da jornada para 40 horas semanais, entre outros. 

A Campanha Salarial reúne 52 sindicatos filiados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, que representa cerca de 700 mil trabalhadores. 

Mobilização chega a metalúrgicas de Itapevi e Taboão nesta 3ª feira

Os metalúrgicos de Taboão da Serra e de Itapevi amanhecem mobilizados nesta terça-feira, 30, para pressionar as negociações com os grupos patronais. As manifestações acontecem em fábricas como Cinpal, Miralux, Spaal, MKS, Forjafix, AEPI, entre outras.

Essa é a terceira semana de manifestações da categoria, que tem data-base em 1º de novembro e participa da Campanha Salarial unificada, organizada pela Federação dos Metalúrgicos da Força Sindical. Só na região de Osasco até a semana passada já eram cerca de 16 mil mobilizados.

Além das assembleias, todos os sábados, os trabalhadores se reúnem no Sindicato. “Estamos trabalhando a mobilização. Os trabalhadores estão preparados. Se não houver avanços nas negociações, estamos preparados inclusive para greve”, avisa o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.

A categoria reivindica aumento real e ampliação de direitos, incluindo valorização do piso salarial, estabilidade para delegados sindicais, fim das terceirizações, redução da jornada para 40 horas semanais, entre outros.

A Campanha Salarial reúne 52 sindicatos filiados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, que representa cerca de 700 mil trabalhadores. [Fonte: Cotia & Cia/Link: http://www.cotiaecia.com/2014/09/mobilizacao-chega-metalurgicas-de.html]

Osasco e de Taboão da Serra sediam próximos seminários

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No próximo sábado, 16, é dia dos companheiros das fábricas de Taboão da Serra, de Embu das Artes, de Itapecerica da Serra e de Osasco participaram do seminário da Campanha Salarial. O encontro é para organizar a luta da categoria por aumento real e manutenção da Convenção Coletiva.

A partir das 9h, os companheiros se reúnem na subsede de Taboão da Serra – para os trabalhadores daquela região – e na sede – para os companheiros de Osasco – para conhecer as informações sobre a economia, o setor metalúrgico e opinar sobre a organização da luta e os itens da pauta.

Para participar, é preciso se inscrever até quinta-feira, 14. Para os companheiros de Osasco, a inscrição é pelo tel. (11) 3651-7200 (r. 7214). Para os trabalhadores da região de Taboão, o telefone para inscrições é (11) 4616-0016.

Veja abaixo os próximos seminários: 

Sindicato faz propostas para aprimorar acesso à cursos de qualificação

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O diretor Geremias José da Silva e o líder sindical Fábio Fabrício apresentaram propostas para aprimorar a disponibilização de cursos e identificar a demanda existente na região, durante a formação oferecida aos membros da Comissão de Renda e Emprego de Taboão da Serra. A qualificação ocorreu na quarta-feira, 12.

Líder sindical, Fábio Fabricio, fez propostas durante o encontro

Terça-feira é feriado em Osasco e Taboão da Serra

Na próxima terça-feira, 19, não haverá expediente na sede do Sindicato e na subsede de Taboão da Serra. Isso porque é emancipação de Osasco e aniversário de Taboão da Serra, respectivamente.

Na quarta-feira, 20, o atendimento retorna ao normal.

Metalúrgicos de Cotia e Taboão reforçam mobilização por aumento real

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Na quinta-feira, 18, e sexta-feira, 19, um mutirão de assembleias de mobilização da Campanha Salarial envolveu milhares de companheiros em manifestações realizadas em frente às metalúrgicas localizadas nas regiões de Cotia e Taboão da Serra. Os trabalhadores mostraram disposição para intensificar a luta por aumento real, pela renovação da Convenção Coletiva e demais itens da pauta de reivindicação.

O ato que organizou os companheiros de Cotia, Vargem Grande, Embu das Artes, Itapecerica da Serra e Taboão da Serra, contou com a participação de toda a diretoria do Sindicato.

Na quinta, os protestos aconteceram nas empresas de Cotia, entre elas, Demag, Delphi, Grupo Tecnoestamp, Sedes Elbac e Alvenius. O ato demonstrou que os metalúrgicos estão dispostos a greve para a renovação de direitos e por aumento real. “Temos que mostrar que estamos unidos e que não vamos aceitar qualquer valor”, enfatizou um metalúrgico da Delphi.

Outro companheiro disse que a categoria não pode aceitar a crise como desculpas. “A crise só existe para o trabalhador, porque na hora de fazer constantes reformas na empresa não tem crise”, desabafou.

Já na sexta, as manifestações aconteceram com trabalhadores de diversas metalúrgicas da região de Taboão, como Bombas Esco, Cinpal, Spaal, Dinatecnica e T & C. Eles também mostraram disposição para fortalecer ainda mais a luta da categoria. “Não podemos ficar de braços cruzados, temos que nos unir e exigir um aumento decente”,  avaliou uma companheira da Spaal.

A avaliação também é defendida por outros companheiros. “Temos que nos unir, porque se depender do patrão a nossa situação vai ficar difícil”, enfatizou um trabalhador da Jan Lips.

Um companheiro da Dinatecnica defendeu que “os patrões têm condições de nos oferecer uma boa proposta. Se querem produção, terão que melhorar os salários”.

Próximas manifestações – Na próxima semana será a vez dos metalúrgicos da região de Barueri, Jandira e Osasco reforçarem ainda mais a luta pelo aumento real, pela renovação da Convenção Coletiva, fim do teto de aplicação do reajuste salarial, licença maternidade de 180 dias, redução da jornada de trabalho, delegado sindical, valorização do piso salarial, jornada de 40 horas semanais, entre outros itens da pauta de reivindicação.

Veja como foi a manifestação na galeria de fotos: 

Companheiros de Taboão tem até quinta para realizar as inscrições para o seminário

Os metalúrgicos tem até amanhã para realizar inscrições para participar do seminário da Campanha Salarial 2012, que será realizado no próximo sábado, 29, às 9h, na subsede de Taboão da Serra. No encontro, que acontece na subsede de Taboão, os companheiros terão esclarecimentos sobre os desafios das negociações, como também sobre o cenário econômico nacional e internacional.

Inscrições – As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 4137-5151.

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