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Metalúrgicas de Cotia e Vargem Grande se destacam nas contratações de pessoas com deficiência

PesqInclusao-FotoEduardoMetroviche - GranjaNews

Em 2013, as metalúrgicas de Cotia e Vargem Grande Paulista se destacaram no cumprimento da Lei de Cotas (8213/91), ao contratar 102,7% e 81,4%, respectivamente. É o que mostra a 8ª Pesquisa: Trabalhadores com Deficiência no Setor Metalúrgico de Osasco e Região, divulgada na quarta-feira, 12, pelo Sindicato dos Metalúrgicos.

De acordo com a Lei de Cotas prevê que toda empresa com 100 ou mais funcionários deve destinar de 2% a 5% (dependendo do total de trabalhadores) dos postos de trabalho a pessoas com alguma deficiência.

O estudo também indica que as metalúrgicasde Barueri ultrapassar a cota ao atingir 122,5% das contratações. Assim como as de Taboão da Serra, com 101,9%.

Em seu oitavo ano consecutivo, o levantamento também mostra um avanço nas contratações em toda região. No ano passo, o índice de contratações, em Osasco e região, atingiu a marca de 87,6%. Além disso, aponta que 48,5% das metalúrgicas ultrapassaram a cota exigida pela legislação. Os setores de autopeças, com 100,3%, e fundição, com 114,3%, são os que mais se destacaram.

Em 2012, o índice de contratações era de 82,4%. Em relação ao estudo anterior, diminuíram os casos de empresas que se negavam a cumprir a lei. No período, para cada 5 empresas que cumpria, uma tinha essa postura. Em 2013, a relação passou a ser de uma em cada 13.

Compareceram ao lançamento pessoas com deficiências, representantes de entidades especializadas; empresas contratantes; o deputado estadual Marcos Martins (PT), a consultora do Pronatec, Raquel Pacagnella; o coordenador estadual do Programa de Inclusão da Superintendência Regional do Trabalho, José Carlos do Carmo; e os auditores fiscais Adelino Costa e Ronaldo Freixeda, da Gerência Regional do Trabalho de Osasco.

A pesquisa é resultado da parceria entre Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e Gerência Regional do Trabalho e tem como base os questionários respondidos por 109 empresas metalúrgicas, nos quais elas relataram qual o número de trabalhadores com deficiência contratados, em dezembro de 2013.

13 anos de luta pela inclusão– A divulgação da pesquisa marca o 13º aniversário do Espaço da Cidadania, ação social apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, que realiza palestras, oficinas, pesquisas, organiza publicações e outras atividades voltadas a sensibilização social para a inclusão de pessoas com deficiências no mercado de trabalho.

Foi com a persistência do Sindicato que a Gerência passou a fiscalizar o cumprimento da Lei de Cotas, a partir de 2001, o que desencadeou o processo gradativo de convencimento e de sensibilização dos empresários do setor metalúrgico da região. [Fonte: Granja News/Link: http://granjanews.com.br/novo/index.php?q=node/7098]

Produção industrial cresce em nove locais em janeiro, aponta IBGE

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial cresceu em janeiro, na comparação com dezembro, em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto. Em média nacional, a expansão foi de 2,5%, em relação a janeiro de 2012, a alta chegou a 5,7%.

Paraná (11,3%), Ceará (9,3%), Rio Grande do Sul (7,1%) e Rio de Janeiro (3,1%) apontaram crescimento acima da média nacional. Enquanto isso, Amazonas (1,9%), Minas Gerais (1,6%), São Paulo (1,6%), Santa Catarina (0,6%) e Região Nordeste (0,3%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas.

Já Goiás (-4,9%), Pará (-3,1%), Bahia (-2,1%), Pernambuco (-1,0%) e Espírito Santo (-0,5%) registraram as quedas nesse mês.

Metalúrgicas comemoram Dia das Mulheres com informação e debate

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O Sindicato vai promover no próximo dia 9 de março, a partir das 9h, um debate sobre a atuação da mulher no setor metalúrgico, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher – celebrado no dia 8 de março.  O evento será realizado na sede da entidade

Com o título de “A mulher metalúrgica nos 50 anos do Sindicato”, o encontro será realizado na sede da entidade e tem o objetivo de discutir a organização das mulheres nas metalúrgicas da região.

Convite – Para participar não é necessário fazer inscrição, contudo a metalúrgica sócia deve retirar o seu convite na sede ou subsedes do Sindicato até o dia 7 de março. Mais informações no (11) 3651-7200.

Pesquisa sobre contratação de deficientes nas metalúrgicas

O Sindicato, por meio do Espaço da Cidadania, e a Gerência Regional do Trabalho de Osasco, apresentam no próximo dia 27 os resultados da 7ª edição da pesquisa sobre presença de trabalhadores com deficiência no setor metalúrgico de Osasco e região. A apresentação acontece na sede, das 9h às 11h30.

A pesquisa tem como base os registros de 104 empresas obrigadas a cumprirem a Lei de Cotas (artigo 93 da lei 8.213/91). É a mais completa de toda a série, iniciada em 2006.

O encontro coincidirá com o 12º aniversário do Espaço da Cidadania.Para participar, basta confirmar presença até quinta-feira, 21, pelo e-mailecidadania@ecidadania.org.br ou (11) 3685-0915.

Produção industrial cresce em outubro, aponta CNI

A produção da indústria brasileira cresceu em outubro, segundo consulta a empresários feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). O indicador de evolução da produção passou de 47,1 pontos em setembro para 54,9 pontos em outubro. A UCI (Utilização da Capacidade Instalada) cresceu 3 pontos e atingiu 46,8 pontos, aproximando-se da linha divisória dos 50 pontos, o que indica redução da ociosidade do setor. Os dados fazem parte da Sondagem Industrial da CNI. De acordo com a metodologia da pesquisa, valores acima de 50 pontos indicam evolução positiva das variáveis envolvidas.

Na avaliação da entidade, o crescimento da produção se deve ao ajuste dos estoques do setor, que caíram. O indicador de estoques efetivos em relação ao planejado alcançou 50,5 pontos, resultado considerado positivo. Mas, apesar do aumento da produção em outubro, o emprego industrial ficou estável pelo terceiro mês consecutivo, em 50,2 pontos. Na avaliação de Marcelo Ávila, economista da CNI, o motivo para isso e para a UCI abaixo da linha dos 50 pontos é que “a recuperação atividade industrial ocorre de forma lenta”.

A expectativa dos empresários para os próximos seis meses é que haverá queda na atividade. Eles preveem retração em razão da sazonalidade. No final do ano, costuma haver recuo na produção, que está elevada em outubro em função da aproximação do Natal e do Ano-Novo. O indicador de expectativa em relação à demanda para os próximos seis meses caiu de 56,9 pontos para 55,7 pontos.

A pesquisa foi feita entre os dias 1º e 14 de outubro com 1.796 empresas de todo o país. Dessas, 628 são pequenas, 690 são médias e 478 são de grande porte.

Indústria de máquinas e equipamentos registra crescimento de 0,3% no acumulado de 2012

O faturamento total da indústria de máquinas e equipamentos atingiu R$ 53,6 bilhões, no acumulado de janeiro a agosto, crescimento de 0,3% em relação ao mesmo período de 2011. Em agosto, o faturamento foi 6,8 bilhões, 2,1% a mais do que o registrado em julho, mas 6,6% menor quando comparado com o mesmo mês do ano anterior. Os dados, divulgados na quarta-feira, 26, são da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

Em dólares, as exportações acumuladas no ano chegaram a US$ 8.248 milhões, um crescimento de 10% em relação a igual período do ano passado. O resultado foi alavancado pelos setores de máquinas para indústria de transformação (crescimento de 48,7%), e de máquinas para logística e construção civil, que teve elevação de 15,7% no faturamento.

As importações acumuladas de janeiro a agosto totalizaram US$ 20,01 bilhões, uma elevação de 1,9% em relação a igual período do ano anterior. O resultado levou ao recuo de 3,1% do déficit da balança, a primeira redução do déficit da balança comercial no ano, a qual já acumula US$ 11.766 milhões. “É importante frisar a importância do câmbio para esse resultado”, destaca a entidade, em nota.

Já a média mensal do nível de utilização de capacidade instalada caiu para 75,9% em agosto, uma diminuição de 7,1 pontos percentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Como resultado dessa situação, a indústria de bens de capital mecânico registrou mais uma variação negativa no número de empregados (-0,7%), fechando o mês de agosto com 253.189 trabalhadores”.

Indústria paulista deve fechar o ano com 100 mil empregos a menos

O nível de emprego da indústria paulista deve fechar o ano com 100 mil empregos a menos. A expectativa é de Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo Francini, a estimativa da Fiesp é que o emprego na indústria paulista encerre o ano com uma taxa 2,3% menor do que 2011. “Fechar o ano em -2,3% representa alguma coisa como mais de 100 mil empregos a menos do que se tinha no final do ano passado. E isso tem um efeito contágio”, disse ele.

Em junho, 7 mil postos de trabalho foram fechados na indústria de São Paulo, queda de 0,39% em relação a maio, considerando o ajuste sazonal. Com exceção de 2009, ano de agravamento da crise financeira internacional, este é o pior resultado mensal da série iniciada em 2006. De acordo com Francini, a queda do índice em junho só não foi maior porque o setor de açúcar e álcool abriram 16.533 vagas.

Em maio, a pesquisa mostrou um aumento de 0,33% no nível de emprego. Para Francini, a queda em junho mostrou que o crescimento no mês anterior havia sido apenas “um suspiro”.

Francini disse também que a Fiesp pode revisar a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. “Nossa última projeção do PIB deste ano é 1,8%. Eventualmente vamos, de novo, revisar essa previsão”.

Entre janeiro e junho de 2012, 31 mil empregos foram gerados pela indústria paulista, variação positiva de 1,20% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

 

Montadoras repassarão reduções de impostos ao consumidor, diz Anfavea

As reduções de impostos para a compra de automóveis serão integralmente repassadas aos consumidores, assegurou na segunda-feira, 21, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini. Segundo ele, a desoneração de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) mais os descontos sobre os preços de tabela prometidos pelas montadoras permitirão que os carros populares fiquem quase 10% mais baratos.

Para veículos de até 1.000 cilindradas, o IPI será reduzido em 7 pontos percentuais. Somada ao desconto de 2,5% sobre o preço de tabela acertado entre as montadoras e o governo, a redução para o consumidor totalizará 9,5%.

Segundo Belini, a medida representa uma oportunidade para o setor automotivo recuperar as vendas, que estão diminuindo desde o início do ano. “Sem dúvida, [o pacote de estímulos] atende à demanda do setor. A indústria está com estoques altos, e as medidas vão destravar o crédito”, disse o presidente da Anfavea, logo após o anúncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Durante o detalhamento das medidas, Mantega cobrou que as montadoras não demitam e repassem as reduções de impostos. “É um compromisso. A indústria automotiva nunca descumpriu um acordo. Eu confio na Anfavea e também nos bancos [que se comprometeram a liberar mais crédito para a compra de veículos]”, destacou o ministro.

Para veículos de até 1.000 cilindradas, o IPI será reduzido em 7 pontos percentuais. Os veículos entre 1.000 e 2.000 cilindradas movidos a álcool ou flex terão o imposto diminuído em 5,5 pontos. Para o mesmo tipo de automóvel movido à gasolina, a redução corresponderá a 6,5 pontos. Utilitários e veículos comerciais pagarão 3 pontos percentuais a menos de IPI.

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Ministério do Trabalho aponta causas de acidente na 4R Minas, em Itapevi

Manutenção corretiva por trabalhador não habilitado e não qualificado para o procedimento. Essa foi a principal causa de acidente na 4R Minas, em Itapevi, segundo fiscalização do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego. O acidente aconteceu no dia 30 de janeiro e causou queimaduras em três metalúrgicos.

Conforme o apurado pela fiscalização, um cano metálico da máquina injetora sofreu uma rachadura e foi soldado, a pedido do patão, por um trabalhador, não qualificado para o reparo. Após o cano ser recolocado na máquina, o óleo que passa por ele começou a vazar pela parte recém rosqueada. Com a pressão, a mangueira escapou e o óleo atingiu o forno quente da máquina, gerando as chamas.

A empresa ainda cometeu as seguintes infrações: ausência de manual original do fabricante, não realização de manutenção preventiva na máquina, não elaboração do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), não identificação de riscos e não instalação de proteção coletiva na tubulação de óleo.

Se essas medidas tivessem sido aplicadas de forma adequada o acidente poderia ter sido evitado. “Conforme determina a NR-09, a proteção coletiva era a mais indicada para evitar a ocorrência do acidente”, informa o Relatório de Inspeção do MTE.

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